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  • Fabio Americano

BELO HORIZONTE ONTEM E HOJE

Atualizado: Fev 28


Autor: ANTONIO ROCHA MIRANDA, contador, empresário e historiador.


Por meio de fotos antigas e atuais desta linda cidade que, desde minha infância, vi transformar-se em grande metrópole, sempre desejei escrever este livro, já que sou testemunha ocular de grande parte dessas transformações ora compartilhadas com as atuais e futuras gerações de belo-horizontinos. Muitas imagens contidas nesta obra se entrelaçam com a vida do autor e a recordação adquire significado especial, remontando à sua etimologia latina - re-cordis, trazer de volta ao coração -, ou seja, fatos e vivências presentes no coração, com destaque para o meu grande amor, encontrado em plena Rua São Paulo com Rua dos Carijós, na década de 1960, e que, hoje, com três filhas e sete netos, constituem a razão de ser de minha existência.


Como tributo à cidade que me acolheu há mais de sete décadas, venho buscando reencontrá-la, não apenas passivamente em sonhos ou na imaginação mas, também, dentro das minhas possibilidades, colocando mãos à obra para sua efetiva transformação.


Dentro desse enfoque, empenho-me em revitalizar o gigante Edifício Acaiaca que, ainda criança, vi nascer, desfrutei do seu apogeu e presenciei sua decadência com toda a área central da cidade — não me conformando em assistir passivamente a esse declínio.


Por esse motivo, inseri nesta obra um capítulo especial — Edifício Acaiaca — um case à parte — na certeza de que, ao ser revitalizado, passará a ser um polo cultural que atrairá turistas de Minas Gerais, de outros estados brasileiros e do exterior, dando o impulso necessário ao desenvolvimento da cidade como um todo.


Não resta dúvida de que o Acaiaca, como aconteceu na década de 1940, será novamente um dínamo propulsor, agora para resgate da região central de Belo Horizonte.


Sonho ou utopia? Bem, um sonho que se sonha junto tem a prerrogativa de tornar-se formosa realidade e, quem sabe, até concretizar a profecia contida no livro Edifício Acaiaca — o colosso humano e concreto: "Vir a Belo Horizonte e não conhecer o Edifício Acaiaca é como ir a Paris e não visitar a Torre Eiffel".


Convido o leitor não somente a conhecer Belo Horizonte de ontem e de hoje, como a perscrutar o futuro ao ler o mencionado capítulo que descortina a ressignificação deste fenomenal colosso.

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Outras obras do autor:

As aventuras de Mirandinha - Em busca de ser alguém na vida

Edifício Acaiaca - O colosso humano e concreto


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